quarta-feira, 3 de junho de 2015

ORAÇÕES E ENSINAMENTOS

Histórias Orações e Ensinamentos indigenas

Ensinamentos dos Índios Sioux

Certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho Xamã da tribo e pediram:

Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:

- Há uma coisa a fazer, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia com apenas uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens abraçaram-se com ternura e logo partiram para cumprir a missão. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as do saco e constatou que eram verdadeiramente os formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

- E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.

- Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.

Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade de vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar. Então o velho disse:

- Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.

Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas. Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizade e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.

A lição principal é saber que somente as pessoas livres serão capazes de amá-lo como você quer e merece. Respeite também as suas vontades e voe em direção às realizações da sua vida. Tenho certeza que, ao ser livre, você encontrará pessoas felizes que adorarão voar ao seu lado.  

                                                                Oração dos índios Lakota 

Wakan Tanka, Grande Mistério,
ensine-me a confiar
em meu coração,
em minha mente,
em minha intuição,
em minha sabedoria interna,
nos sentidos de meu corpo,
nas bênçãos do meu espírito.
Ensine-me a confiar nestas coisas,
para que possa entrar em meu Espaço Sagrado
e amar além do meu medo,
e assim Caminhar com Beleza
com a passagem de cada Sol glorioso.
Caminhar em com Beleza é ter :
O Céu (espiritualidade) e a Terra (físico) em Harmonia.
Achei muito linda em sua simplicidade....


A Carta do Cacique Seattle, em 1855
Cacique Seattle
Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

    "O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
    Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.
    Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.
    Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."

domingo, 31 de maio de 2015

PROVÉRBIOS INDIGINAS

FRASES E PROVÉRBIOS DE ÍNDIOS AMERICANOS



Os pensamentos são como flechas, uma vez lançadas alcançam o seu alvo. Seja cauteloso ou poderá um dia ser sua própria vítima. Provérbio Navajo 

"A Paz chega aos corações dos homens quando eles percebem a sua unidade com universo, quando eles percebem que ele está realmente em todo o lado está dentro de cada um de nós." - Alce Negro 

...tudo na terra tem um propósito, cada doença uma erva para curar , cada pessoa uma missão a cumprir. Esta é a concepção dos índios sobre a existência... Christine Quintasket (índia Salish) 1888-1936 

Não basta falar sobre a paz, é preciso pensar, sentir, agir e viver em paz. Provérbio Shenandoah 

Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande na minha frente, talvez eu não queira seguí-lo. Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos. Provérbio Ute 

Quando compreendermos profundamente a verdade dos nossos corações saberemos louvar, amar e agradecer ao Grande Espírito. Provérbio Oglala Sioux 

As leis dos homens mudam de acordo com o seu conhecimento e compreensão. Apenas as leis do Espírito permanecem sempre as mesmas. Provérbio Crow 

Lembre-se que seus filhos não são sua propriedade, eles foram apenas confiados à sua guarda pelo Grande Espírito. Provérbio Mohawk 

Não julgue seu vizinho até andar duas luas nos mocassins dele. Provérbio Cheyenne 

"Que os meus inimigos sejam fortes e corajosos, para que ao ser vencido não me sinta envergonhado." Provérbio Cheyenne

Todos os pássaros, até mesmo os da mesma espécie, não são semelhantes, e o mesmo ocorre com outros animais e com os seres humanos. A razão que o Grande Espírito não fez dois pássaros, ou animais, ou seres humanos idênticos é porque cada um foi colocado aqui por Wakan Tanka para ter uma individualidade independente e confiar em si mesmo. Atirador, dos Sioux Teton 

"Somente após a última árvore ser cortada. Somente após o último rio ser envenenado. Somente após o último peixe ser pescado. Somente então o homem descobrirá que dinheiro não pode ser comido!!" Provérbio Cree 


nativos-indigenas"...Vocês têm estórias para contar e que são o que vai manter a memória de um grande povo viva. Passe estas estórias para seus filhos. Ensine-as quem, onde e como seu povo era. Dedique tempo ara pesquisar sua descendência. Sintonize com seus sentimentos e seja forte em sua busca. Trace o seu caminho, sinta satisfação em saber que o final do arco-íris que você tem procurado pode ser encontrado no dedão do pé em seu mocassin, após perceber quem nós somos e o que nós temos." Chefe John "Eagle Spirit" Campbell Cherokee Elders Council, Houston, TX "Tudo está ligado, como o sangue que une uma família. Todas as coisas estão ligadas. O que acontece a Terra recai sobre os filhos da Terra. Não foi o homem que teceu a trama da vida. Ele é só um fio dentro dela. Tudo o que ele fizer à teia estará fazendo a si mesmo." Chefe Seattle (1856)

Aprenda como deter o julgamento Aprenda a escutar Entre em contato com seu próprio eu interior. Olhe para a vida com alegria. Jamais chore por algo que não pode chorar por você. Cheewa James Modoc

Tudo que o Poder do Mundo faz é feito em círculo. O Céu é redondo e ouvi dizer que a Terra é redonda como uma bola, assim como todas as estrelas. O vento, quando se mostra no máximo de sua força, gira. Os pássaros fazem seus ninhos em círculos, pois a religião deles é a mesma que a nossa. O Sol nasce e se põe também em círculo. A Lua faz o mesmo e ambos são redondos. Até as estações formam um grande círculo em sua passagem e sempre voltam para onde estavam. A vida de um homem é um círculo da infância até a infância. E assim é em tudo onde se movimenta o poder. ALCE-NEGRO 

Indio americanoSabedoria da Terra 
Terra, ensina-me a quietude, como a relva é silenciosa pela luz. 
Terra, ensina-me a sofrer, como as velhas pedras sofrem com a lembrança. Terra, ensina-me a humildade, como as flores são humildes em seus primórdios. 
Terra, ensina-me a acarinhar, como a mãe que envolve seu bebê. 
Terra, ensina-me a coragem, como a árvore que se eleva solitária. 
Terra, ensina-me a limitação, como a formiga que rasteja no solo. 
Terra, ensina-me a liberdade, como a águia que paira no céu. 
Terra, ensina-me a resignação, como as folhas que morrem no outono. 
Terra, ensina-me a regeneração, como a semente que brota na primavera. Terra, ensina-me a esquecer de mim mesmo, como a neve que derrete esquece sua vida. 
Terra, ensina-me a lembrar da bondade, como os campos áridos choram com a chuva. 

"UTE" Philip Novak  

A Sabedoria do Mundo 

Não achamos que as grandes planícies abertas, que os montes curvos ou que os riachos sinuosos e emaranhados sejam "selvagens". Só para o homem-branco a Natureza é "selvagem", só para ele a Terra estava infestada de animais e pessoas "selvagens". Para nós era inofensiva. A Terra era generosa e estávamos cercados de Bênçãos do Grande-Mistério, Até que o homem-peludo do leste chegasse com brutal furor amontoasse injustiças sobre tudo que amávamos, não havia "selvagem" para nós. Mas quando os próprios animais da floresta começaram a fugir à sua chegada, o "Oeste Selvagem" passou de fato a existir.

URSO-EM-PÉ "CHEFE SIOUX OGLALA" 

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"Quando eu tinha dez anos, olhei a Terra, os Rios, o Céu e os Animais ao meu redor, e não pude deixar de ver que eles provinham de algum grande poder. Fiquei tão ansioso para entender esse poder que comecei a indagar às Árvores e os Arbustos. Era como se as Flores estivessem me falando e eu queria perguntar; "QUEM FEZ VOCÊ?" Eu olhava as Pedras cobertas de musgo; algumas delas pareciam Ter traços de Homem, mas não podiam me responder. Então tive um sonho, e neste sonho uma pequena Pedra redonda apareceu e me disse que o criador de tudo era WAKAN TANKA, e que, a fim de honrá-lo, eu deveria honrar seus trabalhos na natureza. A Pedra disse que minha curiosidade me havia tornado merecedor de ajuda sobrenatural e que, se eu estivesse tratando uma pessoa doente, deveria pedir seu auxílio, que todas as forças da Natureza me ajudariam a encontrar a Cura."

(Wakan significa misterioso, Tanka, grande) BUFALO-BRAVO "FEITICEIRO SIOUX"


MITOS DOS INDIOS

MITOS DOS ÍNDIOS AMERICANOS


Mitos dos Índios Americanos

A maioria das crenças dos índios americanos se refere ao ‘Grande Espírito’, uma força desconhecida que está presente em tudo que tem vida. Também conhecido como ‘Criador’ e o ‘Grande Fazedor’, ele é responsável pela criação do Universo e tudo nele e é ajudado por outros espíritos, que estão ligados a várias partes da natureza.
Diferentes tribos de índios americanos possuem nomes diferentes para o ‘Grande Espírito’. O Algonquin se refere a ele como ‘Gitche Manitou’, o Cheyenne o chama de “Heammawihio’ e o Shawnee de ‘Finalizador’.
Os índios americanos acreditam que a terra e as pessoas são unidas pela interdependência mística. As histórias sobre os espíritos raramente foram escritas, mas foram passadas de geração para geração. Mito e folclores são usados para explicar o fenômeno natural de como as pessoas, os rios e as montanhas foram criadas.
Native American Indian "folclore" ou "mitologia" consiste oral de lendas e contos de Star Seres ou Deuses do Céu e pode ser colhida a partir do sudoeste americano para o grande norte branco do Canadá até a Tierra del Fuego.

No story-telling tradições que remontam à antiguidade, os deuses, uma vez desceu do céu para fecundar as fêmeas estéreis em aldeias remotas. Mães que ostentam essas sementes estranho, então, consolidar e aumentar a "Star Children" até seis anos de idade ou mais ou menos, quando os deuses voltariam a recuperar seus descendentes, deixando os moradores com os olhos fitos na noite infinita.

Muitas tribos indígenas têm histórias e histórias sobre os seres do céu por vezes referido como Thunderbirds. Em alguns casos, esses seres poderosos, atuam como professores, tutores e aplicadores da lei e quase sempre transmitiu a importância do equilíbrio em todas as coisas.

Os nativos americanos, adeptos da Nova Era, e charlatões radicalmente aumentada e revista as doutrinas tradicionais religiões nativas americanas. "Cuidadores Caveira de Cristal" se sentar ao lado Native homens e mulheres americanos medicina medicina, xamãs e sacerdotes, e "Star Seres", ao invés de búfalo, são ponderou. Indignado nativos americanos que entraram esta batalha, castigando aqueles que vêem a exploração da espiritualidade nativa americana tradicional.
American Indian Popular Seres Star e Sky People



Índios Pawnee – Star People

O aparentemente simplista de observação astronômica ferramentas utilizadas para observar e determinar os movimentos da Lua, estrelas e planetas teria aparecido extremamente sofisticado para os índios Pawnee vida nas Grandes Planícies de Nebraska, há um século. Eles foram hábeis observadores do céu.

Prova de suas atividades de observação reside na coleção Pawnee no Campo Chicago Museu de História Natural. Descoberto em um dos "Pawnee Sagrado Bundles" grupos de objetos cerimoniais enrolado era um mapa de estrelas. O gráfico é feita de um pedaço de pele de alce bronzeada, de forma oval e cerca de 38 cm por 55 cm de tamanho. Sua idade exata é incerta, mas acredita-se ser entre 100 e 300 anos.

A importância do gráfico do céu para a sua cultura era considerável, importante o suficiente para ser incluído em um pacote sagrado. Cada agregado familiar Pawnee tinha um monte sagrado, que eles acreditavam que estavam presentes desde as estrelas, a quem eles considerados seres sobrenaturais, que muitas vezes desceu à Terra para manter relações com as pessoas mortal

Uma das principais ofertas lenda Pawnee com a origem do pacote sagrado tribal, que era guardado e protegido pelo xamã tribal para seus encantos mágicos. O pacote pode ser usado para invocar a ajuda do Grande Espírito em trazer para a tribo de búfalo em tempos de fome.

As estrelas e as constelações foram uma grande influência sobre quase todos os aspectos de suas vidas, e mesmo as suas casas foram dispostas em padrões que duplicou os padrões das constelações, indicando as posições de seus deuses estrela mais importante.



Apache Indians – Gahe

Gahe, também Ga’an são seres sobrenaturais que habitam dentro de montanhas. As vezes pode ser ouvido dançando e batendo tambores. Porque eles podem curar e afastar a doença, eles são adorados.

Na dança ritual do Apache Chiricahua dançarinos mascarados pintada de uma cor diferente para cada ponto da bússola representar todos os Gahe exceto o Grey. A Grey One, embora ele aparece como um palhaço, é realmente o mais poderoso de todos os Gahe.



Índios Arikara – Espíritos Sky Nesaru

O Nesaru teve a carga de toda a criação. Descontente com uma raça de gigantes no submundo que não iria respeitar a sua autoridade, Nesaru enviou uma nova corrida ao submundo para substituí-los e enviou uma inundação que destruiu os gigantes sem destruir os homens novos. Quando os novos homens gritou para ser liberado do submundo, Nesaru enviou a Mãe de milho para a sua libertação.



Índios Zuni – Achiyalatopa

O Zuni são um povo indígena norte-americano que falam uma língua viva penutianas no oeste do Novo México. Na mitologia Zuni, Achiyalatopa é um monstro gigante celestial com penas de facas de sílex





Índios Cherokee – Spirit Moon Geyaguga

O Cherokee (mais propriamente Tsallaki) são uma nação indígena norte-americano da família Iroquois com duas divisões principais: a Ottare e Ayrate. Na mitologia Cherokee, Geyaguga é um todo-poderoso espírito mágico, que desce da lua.



Índios Navajo – deuses míticos

A nação Navajo prosperou a partir do sudoeste do Arizona para o Great Plains. Na mitologia Navajo, Hastsehogan é o deus das casas.
Hastseltsi é o deus das corridas
Hastsezini é o deus do fogo

Iroquois, or Six Nations Indians

Os iroqueses, foram uma confederação de tribos indígenas norte-americanos, incluindo o cabelo moicano, Oneidas e Sêneca.

Na mitologia Iroquois, Hino é o deus do trovão, o guardião dos céus. Keneun é o deus do chefe Thunderbirds. Ele é um espírito invisível. Trovão é o som de suas asas batendo e relâmpagos os olhos piscando.

Ataentsic é a deusa da terra. Ela era a mulher que caiu do céu e creatress do sol e da lua. É ela que dá conselhos em sonhos.

Na mitologia Iroquois, a cabeça voadora era um gigante com asas de fogo para a cabeça com olhos, dentes afiados como facas e asas de fios de cabelo. É predada em animais durante a noite, e quando ele encontrou uma solução humana, desceu sobre ele e definir sobre os animais da fazenda e os proprietários. A cabeça voadora foi destruída depois de comer as castanhas assadas  e o fogo foram assados dentro Hey, como ele secould a primitive species explain a flying craft?



Índios Pueblo – Espíritos Sky

Em Pueblo mitologia indiana, um kachina é um espírito ancestral divinizado com todas as magias poderosas e governante de todas as coisas.
Os índios Hopi

Os índios Hopi, parte da família de Pueblo, que detêm, cada planta, animal e os aspectos da vida e da morte é regida por um kachina diferentes, que cuida do bem-estar do povo Hopi.O que você acha que as referências na mitologia Hopi a misteriosa "escudos voadores" de fogo significam?

Dois reinos separados, existem no Hopi cosmologia: a superfície da terra como o local da atividade humana e um céu combinado região subterrânea como a casa dos espíritos, em particular a kachinas. (Para o Hopi um kachina é um espírito de máscaras que podem assumir a forma de qualquer objeto físico, fenômeno ou ser vivo).




Planícies índios Sioux

Na mitologia Sioux, Wakonda é o Grande Espírito, que mantém o equilíbrio no universo, revelando grandes segredos para apenas um xamãs poucos favorecidos.

TRIBOS INDÍGINAS DA AMERICA DO NORTE

AS GRANDES TRIBOS INDÍGENAS DA AMERICA DO NORTE





Quais eram as principais tribos de índios do Velho Oeste?
por Roberto Navarro

Cheyennes, apaches, navajos, comanches, blackfeet e sioux eram algumas das principais nações indígenas nos Estados Unidos nos tempos do Velho Oeste, no século 19. Todas viviam na região conhecida como Grandes Planícies da América do Norte, uma vasta área que se estende do rio Mississípi em direção ao oeste do continente. "Os povos das planícies são designados de acordo com os idiomas que falavam. Uma linguagem de sinais fornecia formas práticas, mas limitadas, de comunicação entre tribos de idiomas diferentes", diz a antropóloga americana Regina Flannery-Herzfeld, da Universidade Católica da América, em Washington. Com a chegada do homem branco, os índios das planícies começaram a adquirir artigos como armas de fogo e tecidos, o que levou ao declínio das tradições e culturas nativas. Quando viviam isolados da civilização, as tribos tinham como único bicho doméstico o cão, que servia principalmente como animal de carga, puxando uma espécie de trenó de madeira. Os cavalos só se espalharam entre os índios americanos após contatos com os primeiros colonizadores espanhóis, ainda no século 16. A maior parte das nações era nômade, vivendo em acampamentos temporários e se deslocando à procura de alimento. Tais grupos tinham como uma de suas principais atividades a caça de grandes animais, como antílopes, alces e, em especial, búfalos. "Na segunda metade do século 19, tribos que antes eram hostis entre si se uniram contra os forasteiros brancos. Às vezes, os índios eram bem-sucedidos em ataques, mas no final foram aniquilados e transferidos para reservas", afirma Regina.

Os Últimos peles-vermelhas

Em meados do século 19, seis grandes tribos enfrentavam a invasão dos colonos brancos
CHEYENNES
Viviam na região do estado de Montana, no norte dos Estados Unidos. Nômades, montavam aldeias temporárias com cabanas cônicas, conhecidas como tepees. Por mais de 20 anos os cheyennes se envolveram em uma série de ataques aos brancos, além de se unirem a outras tribos contra a presença de colonos em seu território. Em 1876, os cheyennes se aliaram aos antigos inimigos sioux para aniquilar a Sétima Cavalaria, famosa tropa do Exército americano comandada pelo "general" Custer
SIOUX
Também chamados de dakotas, espalhavam-se pelos estados de Dakota do Norte e do Sul, no centro-norte dos Estados Unidos. Eram os mais agressivos contra os brancos e tinham cerimônias que incluíam rituais de tortura como prova de bravura. Num desses rituais, mostrado no filme Um Homem Chamado Cavalo (1970), o índio tinha a pele atravessada por pinos de madeira presos a cordas, que eram estendidas para erguer o corpo até gerar dilacerações. Os sioux resistiram aos brancos até 1890, quando foram massacrados
NAVAJOS
O mais populoso grupo de índios dos Estados Unidos vivia na região do Novo México (sul do país) e falava um idioma parecido com o de seus "primos" apaches. Tinham uma religião complexa, que incluía cerimônias com a criação de grandes pinturas no chão, feitas com flores e areia colorida. Os navajos eram menos agressivos, mas foram considerados perigosos o bastante para justificar o envio de uma expedição militar contra eles em 1863. Cerca de 8 mil índios foram presos e assim permaneceram até 1868
BLACKFEET
Com muitas armas de fogo e cavalos, os "pés-negros" habitavam o centro-norte dos Estados Unidos e possuíam uma das mais poderosas forças guerreiras do Velho Oeste. Eram famosos por arrancar os escalpos dos inimigos vencidos, fossem eles soldados americanos ou índios rivais. Ainda no início do século 19, boa parte da nação morreu de fome após o extermínio das manadas de búfalos de seus territórios. A partir daí, os blackfeet se concentraram na agricultura e na criação de gado, passando por um processo de mistura progressiva com outras tribos
APACHES
Muito hábeis no uso de cavalos, os apaches se dividiam em bandos autônomos que viviam perto da fronteira com o México. Mesmo sem possuir uma organização centralizada, tiveram grandes chefes, como Cochise e Geronimo, que os levaram a travar guerras sangrentas contra espanhóis, mexicanos e americanos após o fracasso de acordos de paz. Inferiorizados militarmente, foram derrotados de uma vez por todas em 1886 e levados como prisioneiros para a Flórida e outros estados americanos
COMANCHES
Nômades no século 19, os comanches promoviam temíveis ataques surpresa e ocuparam terras de outras tribos, como os apaches, no sul dos Estados Unidos. Era uma nação poderosa, que dependia muito da caçada de búfalos, animal que fornecia à tribo alimento e matéria-prima para roupas e utensílios. Foram uma das primeiras nações a adotar o cavalo, após contatos com espanhóis. Os comanches firmaram vários acordos de paz com o governo americano, que jamais impediu que os territórios da tribo fossem invadidos.

RITO DE PASSAGEM CHEROKEES


 

- Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda .

Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente.. ...
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Moral da história: 
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.




LENDA SIOUX



Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo...
- Nós nos amamos... e vamos nos casar - disse o jovem. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte... e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro - deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada... no dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco..
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos... e viu eram verdadeiramente formosos exemplares...
- E agora o que faremos? - perguntou o jovem - as matamos e depois bebemos a honra de seu sangue? Ou as cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? - propôs a jovem.
- Não! - disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre sí pelas patas com essas fitas de couro... quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... a águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.
E o velho disse:
- Jamais esqueçam o que estão vendo... este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão... se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro...
Se quiserem que o amor entre vocês perdure...
voem juntos... mas jamais amarrados!!! 
 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

NEM LOBO NEM CÃO


“A terra é profunda e a sua sabedoria é grande. Escute as pedras e escute o vento. Se todos fizessem algo pelos outros, não haveria ninguém necessitado em todo o mundo.”
No livro “Nem Lobo, nem Cão. Por Caminhos Esquecidos com um Índio Ancião”, Kent Nerburn nos traz o testemunho e as palavras de um índio Lakota. De tempos em tempos, sempre vale a pena lembrar ou voltar a olhar para estas culturas tão diferentes do nosso próprio estilo de vida.
Mas você pode estar se perguntando, por quê? Talvez porque nunca é demais conhecer algo novo a cada dia, algo que tem a ver com a nossa natureza como seres humanos.Às vezes, sem perceber, costumamos nos encher de pressa com o café da manhã, nos amarrando com obrigações e preocupações enquanto fechamos as janelas àquilo que, possivelmente, nos dá oxigênio e luz. O que é verdadeiramente importante.
Os pensamentos dos índios Lakota estão enraizados nas coisas simples que fazem por si sós, um autêntico legado psicológico que merece ser lembrado para ter em conta.Trata-se de um tipo de sabedoria que pode nos ajudar perfeitamente a desenvolver algumas competência sociais e pessoais.

Psicologia de um sábio índio

Audição ativa: Os índios Lakota costumavam dizer que o homem branco sempre resolvia as coisas discutindo. Que eram incapazes de se ouvirem uns aos outros para aprender. Esta é, sem dúvida, uma dimensão essencial em muitas perspectivas da psicologia atual: a escuta ativa. “Nós índios sabemos do silêncio. Não temos medo dele. De fato, pra nós é mais poderoso do que as palavras. Nossos anciãos foram educados nos modos do silencio e eles nos transmitiram esse conhecimento. Observe, escute e então aja, nos diziam. Essa é a forma de viver.”
Capacidade de aprendizagem: Manter uma mente aberta, saber observar, aprender para se adaptar e sobreviver. Os índios Lakota viviam da natureza e compreendiam a necessidade de aprender todos os dias, com o seu meio e as pessoas, para avançar na sobrevivência.
O respeito era essencial para eles, por isso nunca entendiam por que o homem branco jamais conseguiu ter o mesmo ponto de vista deles. “Observe os animais para ver como cuidam das suas crias. Observe os anciãos para ver como se comportam. Observe ao homem branco pra ver o que ele quer. Sempre observe primeiro, com coração e mente quietos, e então você aprenderá. Quando você tiver observado suficientemente, então poderá agir”.
Negociação e solução de conflitos: Todos já lemos e inclusive aprendemos muitas das pautas redigidas em centenas de livros sobre a solução de conflitos, articuladas a partir de várias perspectivas psicológicas. Entre elas, estão a necessidade de saber ouvir de forma ativa, de ter empatia com o outro para compreender o seu ponto de vista, e de sermos suficientemente assertivos para colocar em voz alta os seus pensamentos e necessidades.
Os índios Lakota também tinham isso claro e tentaram transmiti-lo ao homem branco: a necessidade de ouvir, de guardar silêncio para entender uns aos outros.
“Nas suas festas todos procuram falar. No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos e todos falam cinco, dez ou cem vezes. E a isso chamam de “resolver um problema”. Quando estão em um ambiente e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher os espaços com sons. Assim, falam por impulso, mesmo antes de saber o que vão dizer. Para os índios isto é uma falta de respeito e inclusive algo muito estupido. Se você começar a falar, eu não vou lhe interromper. Quando você acabar, tomarei a minha decisão sobre o que você disse, tendo primeiro compreendido o seu ponto de vista.”
O valor que os Lakota atribuíam às palavras era essencial. Para eles “eram sementes para plantar e deixá-las crescer”. Talvez por isso chegaram a se entender e a manter-se tão unidos tanto como povo, e como unidade familiar. “Raras avis” para os homens brancos, que jamais quiseram chegar a compreender o porquê da sua tranquila quietude, da sua incompreensível harmonia e desse ar primitivo intimamente arraigado à natureza.
Pode ser que atualmente continuem nos parecendo estranhos e algo antiquados, mas o seu legado está coberto de grandes verdades e simples ensinamentos que merecem ser lidos e ouvidos. Em silêncio e para dentro de nós mesmos.
Para nos fazer pensar…

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